quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Bizarra bola de espelhos continuará orbitando a Terra por milhões de anos, diz a NASA


Você sabe o que um estranho "globo espelhado" está fazendo no espaço?
Uma bola parecida com um espelho de discoteca está no espaço observando a Terra há décadas! E segundo a NASA, continuará por milhões de anos! Mas o que seria essa estranha bola? Um OVNI? Uma sonda extraterrestre espionando nosso planeta? Bem, a resposta é um pouco mais simples.

Trata-se de um satélite da NASA, apelidado LAGEOS (Satélite de Geodinâmica a Laser), lançado no dia 4 de maio de 1976 a partir da base da Força Aérea Vandenberg, nos EUA.

O satélite LAGEOS transformou completamente a maneira como os cientistas exploram e reúnem dados sobre a Terra. Sua tecnologia é relativamente simples, e ele não possui sensores a bordo, peças eletrônicas ou móveis. Seu funcionamento é surpreendentemente arcaico, mas por incrível que pareça, funciona muito bem! Ele é justamente isso que vemos: um núcleo de bronze rodeado por uma casca de alumínio coberta com 426 retrorefletores.

satélite LAGEOS
Modelo do satélite LAGEOS, lançado em 1976.
Créditos: NASA Goddard Space Flight Center

Esses retrorefletores refletem a luz com uma dispersão mínima, o que fez da LAGEOS a primeira sonda da NASA a usar essa técnica. Através do envio de feixes de luz para a LAGEOS, podemos medimos o tempo que leva para que ela seja refletida de volta pra Terra, e assim, os cientistas conseguem realizar cálculos e medidas a nível milimétrico, com uma precisão impressionante.

"Na época, as pessoas não acreditavam que poderíamos enviar feixes de luz à um satélite em órbita naquela altitude com tanta exatidão", disse Erricos Pavlis, pesquisador da Universidade de Maryland.




Antes do satélite LAGEOS, outros instrumentos parecidos eram utilizados para medir distâncias utilizando feixes de luz, mas a precisão não era tão grande assim, pois poderia variar alguns metros. Já com o LAGEOS, foi possível ter uma variação de apenas alguns milímetros, ou cerca de meia polegada.

Nas últimas décadas, a NASA tem usado o LAGEOS para medir o movimento das placas tectônicas da Terra, detectar irregularidades na rotação do planeta, pesar a Terra e monitorar pequenas mudanças em seu centro de massa através de alterações na órbita do satélite e da distância da Terra.





Na época do lançamento da LAGEOS, a teoria das placas tectônicas já existia, apoiada por evidências de alterações no fundo do mar e mudanças nos padrões magnéticos na crosta, mas os cientistas ainda se perguntavam sobre como seria o movimento das placas tectônicas, e se de fato elas existiam...

"O que estava faltando era uma maneira de medir a velocidade e a direção do movimento das placas ao longo do tempo", disse Frank Lemoine, cientista geofísico da NASA Goddard Space Flight Center.

Confira o vídeo institucional feito pela NASA em 1975, quando o satélite LAGEOS estava prestes a ser lançado:
O satélite LAGEOS tem 60 centímetros de diâmetro e pesa 408 kg. Ele foi capaz de detectar pequenas mudanças na rotação da Terra, que são causadas por movimentos da massa na atmosfera e nos oceanos. Utilizando a LAGEOS os cientistas também descobriram mudanças no eixo de rotação da Terra, bem como alterações na órbita do satélite, oque ajudou no desenvolvimento de um modelo mais preciso da gravidade do nosso planeta.

"Hoje vemos a Terra como um sistema, conhecemos sua forma, rotação, atmosfera, campo gravitacional e os movimentos dos continentes. Agora sabemos tudo isso, e foi a LAGEOS que nos ajudou a chegar nesse ponto de vista", disse David E. Smith, o antigo cientista do projeto LAGEOS, atualmente integrante do Instituto de Tecnologia de Massachusetts.

A missão LAGEOS foi um sucesso, e em 1992 foi lançado um satélite gêmeo, o LAGEOS-2, o que expandiu ainda mais o conhecimento sobre o nosso planeta, além de confirmar algumas previsões ligadas a teoria da relatividade geral, de Einstein: pequenas perturbações na órbita de satélites ao redor da Terra são compensadas com um efeito de arrasto de estrutura (efeito Lense-Thirring). Os satélites LAGEOS provaram o efeito Yarkovsky, que diz que um objeto que é aquecido pela luz solar de um lado, irá mais tarde emitir calor e sofrer uma pequena força de desaceleração. Ambos efeitos de arrasto, assim como outros, são responsáveis por diminuir a órbita dos satélites LAGEOS por cerca de um milímetro a cada dia.

Conheça o disco de ouro que vaga pelo espaço interestelar


Futuramente os satélites LAGEOS irão cair de volta na Terra, mas os cientistas acreditam que isso não deve acontecer em menos de 8,4 milhões de anos. Os bizarros globos espelhados terão muito tempo para observar o nosso desenvolvimento, e podem até mesmo durar mais do que a nossa própria civilização...
Fonte: http://www.galeriadometeorito.com

Por que às vezes sentimos choques ao tocar outra pessoa?


Algumas vezes ao encostarmos em outra pessoa podemos sentir um leve choque (ou nem tão leve assim!...),  e eventualmente até acompanhado de um pequeno estalo.

Isso acontece por causa da eletricidade estática, a mesma que pode fazer o cabelo ficar arrepiado.

Pra entendermos isso direito, primeiro temos que saber que somos feitos de átomos, assim como tudo no Universo. Átomos possuem cargas elétricas (prótons positivos e elétrons negativos) e normalmente o número de prótons é igual ao número de elétrons, o que faz a carga ser nula.

Essa neutralidade pode ser alterada quando, por exemplo, nos esfregamos no banco pra sair do carro. A fricção do nosso corpo com o tecido do banco pode gerar eletricidade (dependendo do tecido). E depois se tocamos alguém ou algo poderemos gerar esses pequenos choques.
Isso já até causou incêndios na hora de abastecer o veículo. Nos Estados Unidos normalmente não existem frentistas, e o próprio motorista é quem abastece. Assim, se ele sair do carro carregado eletricamente, e não tocar em nada, depois enquanto abastece, se ele tocar na lataria pode gerar uma minuscula faísca que em contato com o vapor de gasolina que está saindo do tanque pode iniciar um incêndio!
O acumulo de eletricidade estática no corpo pode também causar insônia ou ansiedade, segundo alguns estudos, assim é muito útil saber como se descarregar. Já reparou que quando vamos à praia e andamos descalços na areia temos uma repentina sensação de calma? Isso acontece porquê descarregamos essa eletricidade no solo!

Uma dica pra se livrar da eletricidade estática é andar descalço ou tocar em material metálico, descarregando essa eletricidade estática e evitando todos aqueles probleminhas!
Fonte: http://www.curtoecurioso.com

13 Sinais de que você não está bebendo água o suficiente


É difícil encontrar algo mais refrescante para a sede do que um belo copo cheio de água fresca ou gelada. Às vezes, um simples copo d’água pode ser mais satisfatório do que uma xícara de café ou um belo copo de suco.

Mesmo assim, muitos de nós não bebem água o suficiente para a média diária considerada aceitável. Ao privarmo-nos do recurso mais natural do mundo, danificamos continuamente nosso corpo. Logo, se sentir algum dos sintomas a seguir, sua situação pode melhorar começando por um copo de H2O.

1 – Sua boca está seca

Isso parece bastante óbvio. Claro que, quando você sente aquela sensação pegajosa, desagradável em sua boca, você vai atrás de algum tipo de líquido. Mas, as bebidas açucaradas são apenas uma solução temporária para um problema maior. Beber água, lubrifica as membranas mucosas na boca e garganta, que continuarão a manter sua boca úmida com a saliva muito tempo depois que o primeiro gole.



2 – Sua pele está seca

A pele é o maior componente do corpo, então ela precisa se manter hidratada. De fato, a pele seca é um dos primeiros sinais da desidratação, que pode conduzir a problemas muito maiores. A falta de água significa falta de suor, o que leva a uma incapacidade do corpo para extrair o excesso de sujeira e óleo acumulado ao longo do dia. Se você quiser evitar esse problema, o seu primeiro recurso deve ser beber mais água.



3 – Sede incontrolável

Já falamos sobre a boca seca, porém, a sede vai além de uma língua seca. Qualquer um que já teve ressaca pode dizer que, ao acordar, seu corpo simplesmente não pode ingerir água suficiente. O álcool desidrata o corpo inteiro, e água potável envia sinais para o cérebro até seus níveis de fluidos voltarem à linha de base. Faça o que seu corpo está lhe pedindo, ele não erra!



4 – Seus olhos estão secos

Deve ficar claro que a água potável afeta mais do que apenas sua boca e pele. A falta de ingestão de água te leva a ficar de olhos vermelhos, porque seus canais lacrimais ficam secos. Isso poderia causar muito mais danos aos seus olhos, especialmente se você usar lentes de contato diariamente.



5 – As “juntas” ficam doendo

Nossos discos de cartilagem e da coluna vertebral são constituídos por cerca de 80% de água. Ela é uma necessidade absoluta para manter nossos ossos saudáveis a cada passo que damos. Ao manter seu corpo hidratado, você garante às articulações o poder de aliviar, como uma mola, o choque de movimentos bruscos, como correr, saltar ou cair desajeitadamente.



6 – Seus músculos diminuíram

Seus músculos também são compostos principalmente de água. Obviamente, menos água no corpo significa menos massa muscular. Beber água antes, durante e depois de algum esporte ou exercício não só lhe mantém hidratado e confortável, como também encaminha a água para os lugares certos do corpo, e diminui a chance de desenvolver a inflamação e dor relacionada ao exercício e levantamento de peso.



7 – Você fica mais doente

Beber água permite que seu corpo elimine as toxinas de forma contínua. Os seus órgãos trabalham para filtrar nossos determinados resíduos como uma máquina, mas se você não alimentar a máquina com água, ele não pode trabalhar corretamente. O que acaba acontecendo em um corpo desidratado é que órgãos começam a puxar a água de áreas armazenados – como seu sangue – o que leva a um novo conjunto de problemas.



8 – Você se sente cansado com frequência

Um corpo desidratado “empresta” a água de seu sangue. A falta de sangue adequadamente hidratado se liga à falta de oxigênio trazido por todo o corpo. Claro, a falta de oxigênio leva à fadiga e sonolência constantes. A falta de resistência significa que você precisa beber mais água, para devolver ao sangue a água que ele “te emprestou”.



9 – Você sente muita fome

Quando você está desidratado, seu corpo pode começar a pensar que precisa de um pouco de comida. Isso acontece durante todo o dia e de noite também, como quando você acorda querendo assaltar a geladeira. Contudo, comer alimentos cria mais trabalho para o corpo, enquanto beber água purifica seus órgãos e fornece o combustível necessário para a digestão e outros processos do organismo.



10 – Você tem problemas digestivos

Sem hidratação adequada, a quantidade e a força do muco no estômago diminuem, permitindo que o ácido gástrico provoque danos nas paredes do órgão. Isto leva ao que nos referimos comumente como azia e indigestão, podendo transformar-se em uma gastrite ou, pior, em uma úlcera.



11 – Você tem constipação

Como dissemos, ficar hidratado ajuda a lubrificar o sistema digestivo. Durante o processo de desidratação, o cólon usa a água que seria utilizada pelos intestinos na sequência do processo digestivo. Sem entrar em muitos detalhes, os resultados disso podem não cheirar muito bem, literalmente.



12 – Você urina menos vezes

Quando você precisa fazer o “nº1”, ele deve ter uma cor amarela ou mais clara, na luz. Se for um amarelo mais escuro, o seu corpo está lhe dizendo que está faltando hidratação adequada. Em casos extremos, a desidratação pode levar a infecções do trato urinário, caso em que você deve consultar um médico imediatamente.



13 – Você percebe um envelhecimento precoce

A quantidade de água que nosso corpo retém, naturalmente diminui à medida que envelhecemos. Obviamente, isto significa que devemos aumentar nossa ingestão de água conforme completamos primaveras. Enquanto o envelhecimento prematuro é mais evidente na fisionomia, o dano que ele faz no interior do corpo será sentida ao longo do tempo. Para diminuir esse risco, é importante continuar a beber água em toda a sua vida.

Fonte: http://www.jornalciencia.com

A incrível estrada que liga Dinamarca a Suécia

Conheça a incrível estrada que liga Dinamarca a Suécia.

Esta estrada surpreendente tem pontos, e túnel subaquático está conectando a Dinamarca e a Suécia por uma única estrada.

Começando em Copenhague e terminando na cidade sueca de Malmö. A estrada foi projetada pelo arquiteto dinamarquês George KS Rotne, e inaugurada em 1 de Julho de 2000. A estrada contém uma ponte que se estende cerca de 8 km antes da transição através de uma ilha artificial que dá início a um túnel com extensão de 4 km.

Essa pequena ilha artificial, criada para dar base a entrada do túnel, já conta com mais de 500 espécies de plantas, que foram construídas a partir de material dragado do fundo do mar. A maior parte do túnel de concreto foi lançado em terra e rebocado para o local.

E lógico, que tudo isso em lentes de um bom fotografo, vira arte.

Confira as imagens da estrada que liga Dinamarca a Suécia;







                                                  Fonte: momentocurioso.com.br

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

O homem que transformou seu gato de estimação morto em um drone7


Bart Jansen quis fazer uma homenagem a seu gato que morreu e o trnasformou em um drone
O holandês Bart Jansen é um inventor profissional e taxidermista amador. Ele ficou famoso por criar um drone com o corpo empalhado de seu gato de estimação, Orville.

Jansen começou a colecionar animais mortos e empalhá-los em 2007, ao trabalhar na publicação Observer's Book of Roadkill ("Livro do observador de animais mortos nas estradas" em tradução livre).

Ele participou de aulas de taxidermia (a arte de empalhar animais), mas diz que não é o melhor taxidermista do mundo - e ainda pede ajuda a profissionais para agilizar o trabalho.

Jansen diz também que, apesar de ser um inventor, não é muito fã dos drones e de vôos operados por controle remoto.

Por isso, se associou ao engenheiro Arjen Beltman, especialista em drones, para fazer seu gato voar.

Ele disse que quis fazer uma homenagem a seu gato, cujo nome emprestava de Orville Wright, um dos irmãos inventores dos Estados Unidos aos quais os norte-americanos atribuem a criação do avião.

"Com isso em mente, o monumento ao meu gato morto tinha que voar. Desenhei um gato com uma hélice saindo das costas e disse: 'façamos um helicóptero'".

"Trabalhamos no helicóptero Orville durante um ano, de forma intermitente. O custo foi de 2.500 euros (R$ 8.750) somente com materiais, sem contar as horas de trabalho especialista".

Mas o gato drone não foi o fim do projeto.

                           Este é o "avestruzcóptero", provavelmente o único avestruz voador
Bart Jansen
                       Um tubarão com uma turbina pode concorrer com os peixes voadores
Jansen, que também se descreve como artista, já transformou ratos, tubarões e avestruzes em drones voadores - e um texugo em um submarino.

"Nunca sei qual será a próxima coisa, mas sei que queremos construir um helicóptero no qual possamos voar", disse Jansen.

"Se vou voar, quero que seja em algo estranho", disse. "Temos uma vaca neste momento, ela está no curtume (nome dado ao local em que é feito o processamento de couro). Será como um transporte bovino voador de pessoas".

A equipe de Jansen e Beltman recebeu vários pedidos para transformar animais de estimação de outras pessoas em drones.

Bart Jansen

          O rato drone é outra criação de Bart Jansen e Arjen Beltman (na foto)
A maioria dos pedidos vêm dos Estados Unidos, mas Jansen adverte que o produto final não se parecerá muito com o bicho original.

"Orville não é o mesmo gato que era quando estava vivo. Está muito diferente", disse.

Porém, o trabalho de Jansen e Beltman atrai críticas, em particular nas redes sociais.

Muitos o classificam como "louco" e "insensível", outros dizem que o que faz é "disparatado" e "repulsivo".

No entanto, apesar de ter sido taxado por alguns como "a pior pessoa do país" e, segundo o próprio Jansen, de receber ameaças de morte, o inventor-artista não tem a intenção de parar o que faz e espera que seu negócio com animais voadores empalhados prospere.
Fonte: http://tecnologia.uol.com.br/noticias/bbc/2016/08/15/o-homem-que-transformou-seu-gato-de-estimacao-morto-em-um-drone.htm?cmpid=fb-uol


quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Cientistas descobrem planeta potencialmente habitável mais próximo da Terra






                                                                  (Foto: Reprodução)
Cientistas descobrem planeta potencialmente habitável mais próximo da Terra
REDAÇÃO OLHAR DIGITAL 24/08/2016 17H56  ASTRONOMIA CIÊNCIA
Desde que a humanidade aprendeu a olhar para o céu estrelado e perguntar "estamos sozinhos no universo?", a ciência aguarda por uma notícia como a divulgada esta semana pela revista norte-americana Nature. Astrônomos descobriram um planeta potencialmente habitável na órbita de Proxima Centauri, a estrela mais próxima do nosso sistema solar.

Trata-se, portanto, do planeta potencialmente habitável mais próximo da Terra já encontrado. Chamado de "Proxima b", o nosso vizinho está a "apenas" 4,2 anos-luz de nós. Embora não seja exatamente "logo ali", é a menor distância entre a Terra e um exoplaneta com capacidade de abrigar vida já descoberta.

Para ser classificado como potencialmente habitável, um planeta precisa possuir algumas características que o tornem semelhantes à Terra, como, por exemplo, que ele seja rochoso e esteja localizado a uma distância suficiente de sua estrela-mãe para que possa haver água em estado líquido na sua superfície.

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Segundo os pesquisadores da Universidade Queen Mary, de Londres, que lideraram o estudo e divulgaram a descoberta, o Proxima b preenche os requisitos. Os cálculos feitos pelos astrônomos sugerem que o planeta tem apenas 30% mais massa do que a Terra, o que sugere sua formação rochosa.

O exoplaneta leva pouco mais de 11 dias humanos para completar uma volta em torno da Proxima Centauri. Apesar de estar bem mais próximo de sua estrela do que a Terra do Sol, o Proxima b está na zona habitável do seu sistema solar porque a Proxima Centauri é uma anã vermelha, com menos de 15% do diâmetro do Sol: mais fria, menos brilhante e bem menor.

Se por um lado a distância permite que haja água em estado líquido no planeta, por outro lado o Proxima b sofre muito mais com erupções estelares e emissões de raios X e ultravioleta. A estimativa dos cientistas é de que o planeta receba 400 vezes mais radiação solar do que a Terra.

Obstáculos na descoberta

Apesar de estar tão próximo, o Proxima b só foi descoberto agora por conta do método utilizado pelos cientistas para realizar a detecção. Além da Universidade Queen Mary, um time de diversos astrônomos espalhados por diversos países cruzou dados para garantir de que os sinais recebidos não eram uma "miragem".

Para detectar um planeta rochoso, do tipo que não emite radiação suficiente para ser detectado por um telescópio na Terra, os cientistas ficam de olho na rotação da estrela. Quando existe um planeta na órbita de uma estrela, é possível notar a força gravitacional puxando o astro de um lado para o outro durante sua rotação.

O caso é que, dependendo da estrela e da distância, esse movimento pode tanto ser causado por um planeta quanto por ela mesma, simplesmente girando em torno do próprio eixo. Por isso, mesmo após diversos estudos e pesquisas direcionados à Proxima Centauri, foi tão difícil ter certeza de que lá existe mesmo um planeta.

Ainda não há como garantir, com 100% de certeza, porém, que o Proxima b é realmente habitável. Apenas estudos complementares podem revelar detalhes sobre a atmosfera do planeta: os tipos de gases e o nível de toxicidade. Só assim será possível determinar se o planeta tem ou não condições de abrigar vida como a da Terra.

Mais do que a busca por alienígenas, a descoberta também acende a esperança de cientistas que acreditam que, um dia, a humanidade pode vir a ser obrigada a "trocar de casa" e se mudar para uma nova Terra.
Fonte:http://olhardigital.uol.com.br

terça-feira, 16 de agosto de 2016

As medalhas olímpicas realmente são de ouro?


Você já se perguntou se as medalhas que os vencedores das Olimpíadas ganham são realmente de ouro? A Universia Brasil responde a sua pergunta 
Crédito: Shutterstock.com

 Na última quinta-feira (6), tiveram início os Jogos Olímpicos de Inverno de 2014, que acontecem na cidade de Sóchi, na Rússia. Diversos esportes fazem parte da competição e os vencedores ganham, é claro, medalhas de ouro, prata e bronze. No entanto, será que as medalhas de ouro são realmente feitas deste metal ou apenas pintadas de dourado? A Universia Brasil descobriu a verdade e a revelará agora para você.

Primeiramente, é preciso esclarecer que nem sempre as medalhas foram o prêmio dos ganhadores das Olimpíadas. No começo dos Jogos, a homenagem ao vencedor era feita com uma coroa de ramos de oliveira entrelaçados na forma de um colar ou ferradura. Historiadores acreditam que a premiação foi criada por Heracles para condecorar o vencedor da corrida feita em homenagem a Zeus. Foi só a partir do ano de 1904 que as medalhas passaram a ser entregues aos melhores competidores.

Mas, afinal: as medalhas são ou não são de ouro?

A verdade é que no começo elas eram sim de ouro maciço, mas a última vez que entregaram uma medalha desse tipo foi em 1932, nas Olimpíadas de Estocolmo. Atualmente, elas são feitas de prata de lei banhadas a ouro.

Veja algumas curiosidades sobre as medalhas olímpicas:

- A medalha de ouro tem cerca de 60 mm de diâmetro
- Cada medalha tem pelo menos 3 mm de espessura
- A medalha de ouro é formada por um composto de prata
- Cada medalha de ouro tem ao menos 6 gramas de ouro puro
- O nome do jogo olímpico fica escrito na medalha
- Cada cidade-sede projeta o design da sua medalha, mas o projeto fica sujeito à aprovação do Comitê Olímpico Nacional (CON)
- A responsabilidade da cunhagem das medalhas é da cidade-sede dos Jogos.
Fonte: http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2014/02/07/1080626/curiosidade-as-medalhas-olimpicas-realmente-so-ouro.html